Genebra suspende operação da Uber

Esta sexta-feira, as autoridades do cantão de Genebra decidiram classificar a Uber como empregador, obrigando assim a empresa a pagar os encargos sociais de seus motoristas.

A empresa americana não cumpre a legislação sobre táxis e automóveis com motoristas por considerar os condutores da Uber como sócios da empresa e não empregados A multincional argumenta ainda que é apenas uma plataforma de contato entre motoristas e usuários. A porta-voz da Uber na Suíça, Luisa Elster, disse que a proibição surpreendeu a companhia, que opera há anos na região.

“Somos uma empresa que se ajusta completamente ao marco da lei, baseada em empresas que operam sob um novo modelo econômico”, disse a porta-voz à imprensa helvética.

A empresa recorreu da decisão. O recurso aceito em primeira instância permite que a Uber siga operando normalmente no país. O caso deverá ser avaliado pelo Tribunal de Justiça de Genebra.

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Para Mauro Poggia, membro do governo do cantão de Genebra, a suposta independência dos condutores do Uber é só uma “fachada” que esconde uma relação de subordinação.

Poggia afirmou que, para evitar um processo judicial, a Uber deveria pagar impostos retroativos desde o fim de 2014, quando começou a operar na região.

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