A tt. As investigações futuras estabelecerão o número de metros e a importância do perigo. No dia 2 de Julho às 9h47, um jacto privado da empresa portuguesa Omni foi para a pista principal do aeroporto de Genebra, enquanto um Airbus 320 da easyJet descolava. O avião da easyJet teve de fazer uma travagem de emergência, informou o Serviço Suíço de Investigação de Segurança (SESE).

O avião da easyJet, que seguia para Málaga, transportava seis tripulantes e 165 passageiros. Todos eles embarcaram noutro avião pouco tempo depois. O jacto lusitano, um Learjet 40 pilotado por dois homens, devia voar até Pisa. EasyJet e Omni confirmam o caso. Dada a investigação em curso, nenhuma das empresas comentou a situação.

É demasiado cedo para estabelecer as causas deste “incidente grave”, disse Florian Reitz, um investigador do SESE. Mas observa que “tem grandes semelhanças” com dois outros “incidentes graves” que ocorreram em 2015 e 2004 em Genebra. A investigação do SESE irá portanto “esclarecer” se as recomendações de segurança emitidas na altura foram implementadas. Entre estas, recomendava que todos os cruzamentos e entradas das pistas fossem equipados com barras de paragem, com base no modelo das passagens de nível. O Aeroporto de Genebra, que diz ser normal que qualquer incidente seja investigado para melhorar a segurança, comentará mais detalhadamente as recomendações em breve.