O Cantão de Vaud rejeitou a vontade de um emigrante português que está detido por atos graves. O homem pedia para ter um quinto advogado diferente. A investigação começou no 3 de Fevereiro 2017. O emigrante é acusado de lesões corporais simples, inslutos, ameaças, sequestro e remoção, violação, atos preparatórios de assassinato. as acusações estão ligadas a um relacionamento que correu mal. Um primeiro advogado oficioso, isento de despesas, proposto pelo Ministério público suíço ocupou-se do caso entre Maio e Julho de 2017. No entanto, o emigrante recusou ser defendido pelo advogado durante uma audiência no 27 de Junho 2017. Depois, uma advogado tomou conta do caso até Dezembro de 2018 até ao recluso não a querer mais. Um terceiro advogado foi designado, mas foi também recusado no 10 de Janeiro (2019). De seguida, um quarto advogado ocupou-se do caso mas só durante dois meses. O português evocou “uma atitude incorrecta” da sua defesa. O emigrante pediu um quinto advogado. No entanto, o pedido foi recusado pelo Ministério Público e pelo Tribunal do Cantão de Vaud. as entidades suíças não quiseram remover o quarto advogado que é pago pelo Estado. A ligação de confiança é importante entre um advogado e o seu cliente. Os juízes do Cantão de Vaud consideram que é preciso motivos objectivos para romper essa ligação entre ambas as partes. Finalmente, o emigrante português repudiou o quarto advogado e decidiu escolher um novo pago por ele próprio.